Estudo da Cyrnel analisou os papéis da Bolsa de São Paulo (IBovespa), apontando os maiores e menores riscos da carteira

Ações da operadora de celular VIVO se posicionam como título de segundo maior risco na IBOVESPA

O estudo da Cyrnel International analisou os papéis da Bolsa de São Paulo (IBovespa), apontando os maiores e menores riscos da carteira, destacando as ações preferenciais da Vivo que se constituem 3,54 vezes o da carteira total do IBovespa, que é o principal índice da Bolsa paulista, a maior da América do Sul. O Ibovespa encerrou 2006 com alta de 30,3%, e apesar do bom resultado, algumas ações que compõem o principal indicador da bolsa paulista apresentam grau superior a três vezes o risco geral da carteira. No estudo da Cyrnel, baseado no produto RiscoOnline.com, considerando as cotações de fechamento de 2006, as ações preferenciais da NET lideram o ranking com maior grau de risco, chegando a 3,96 vezes o risco da carteira total do Ibovespa. Em segundo lugar, seguem as ações preferências da Vivo (3,54), seguida pelas ações preferenciais da TAM (3,39) e da Perdigão (3,34). Alguns papéis apresentaram grau de risco inferior a 2,5: as ações preferenciais da Ambev (2,18), preferenciais e ordinários da Petrobras (2,32 e 2,37, respectivamente) e preferenciais da Telesp, com risco de 2,38.