Cyrnel aborda semelhanças entre aplicador e investidor profissional

Aplicador pode gerenciar o capital como quem administra um fundo
Importante é definir a relação entre risco e rentabilidade.

Os bastidores dos fundos de investimento não precisam ser, necessariamente, uma caixa preta. Gerir um fundo diversificado exige acompanhamento dos ativos que o compõe. Até aí, qualquer homebroker pode afirmar que não há novidade nenhuma. As diferenças entre um gestor de fundos de investimento e quem administra seu próprio portfólio de aplicação são as proporções do capital, a responsabilidade em cuidar do dinheiro de terceiros e as ferramentas tecnológicas que auxiliam no processo de gestão. Mas o princípio de relação diretamente proporcional entre o risco e o retorno do investimento permanece.

"Em geral os gestores de fundos de investimento também baseiam suas carteiras em objetivos de rentabilidade e horizonte de ganho bem definidos. A partir daí, utiliza-se ferramentas analíticas que permitem fazer avaliação de potencial de rendimento. Quando o investimento começa a descolar daquilo que foi previsto, o comitê de gestores se reúne para tomar a decisão sobre os requisitos para tirar ou acrescentar um novo ativo na carteira", explica Alexandre Oliveira, sócio da Cyrnel International, fornecedora de softwares para grandes gestores de fundos.