Cyrnel faz balanço do Risco do IBOVESPA em 2006

Net, Vivo, TAM e Perdigão estão entre ações com maior risco do Ibovespa. Na ponta contrária, estudo realizado pela Cyrnel International mostra Ambev, Petrobrás e Telesp com os menores graus de risco no IBOVESPA em Dezembro.

O Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa) encerrou 2006 com alta de 30,3%. Apesar do bom resultado, algumas ações que compõem o principal indicador da bolsa paulista apresentam grau superior a três vezes o risco geral da carteira. De acordo com estudo realizado pela Cyrnel International, com base no produto RiscoOnline.com, considerando as cotações de fechamento do ano, as ações preferenciais da NET lideram o ranking com maior grau de risco, chegando a 3,96 vezes o risco da carteira total do Ibovespa. Em segundo lugar, seguem as ações preferências da VIVO (3,54), seguida pelas ações preferenciais da TAM (3,39) e da Perdigão (3,34).

Na ponta contrária, há quatro papéis com grau de risco inferior 2,5. O menor fica com as ações preferenciais da Ambev (2,18), seguido pelos papéis preferenciais e ordinários da Petrobrás (2,32 e 2,37, respectivamente). Na terceira posição vêm as ações preferenciais da Telesp, com 2,38.

Considerando a composição do Ibovespa no final de 2006, as ações da Vale do Rio Doce (VALE5) são responsáveis por mais de 14% do risco total índice terá a sua Contribuição ao Risco reduzida para 11% em 2007. O mesmo acontecerá com a Telemar, cuja contribuição reduzida de 4,6% em 2006 para 3,7%. No sentido inverso, a Petrobrás, responsável por 13% do risco total da carteira, terá sua Contribuição ao Risco aumentada para 14,4% neste mesmo período.